Cenário baseado em Cyberpunk RED - vivencie a NC entre 2076 e 2088!
📻 Booooooom dia, Night City!
Mais um dia sob o céu vermelho, mais um dia vendendo esperança sobre escombros. O ar ainda tem gosto de plástico queimado, e alguém, em algum lugar, já está tendo o pior dia da sua vida. Lá no Centro Urbano em Reconstrução, as corporações estão erguendo torres novas sobre antigas cicatrizes de explosões e chamando isso de "visão". Em Watson, o Kabuki está com sua especialidade de sempre: macarrão instantâneo, implantes cibernéticos falsificados e pelo menos três crimes por beco. Heywood está tão animado como sempre, Pacifica continua sendo Pacifica, e o sul de Night City está movimentando tanta carga ilegal depois do anoitecer que faria um agente alfandegário cair em lágrimas.
A antiga NET morreu, mas as mentiras ainda se espalham rápido. Os Data Pools fervilham, os intermediários negociam, os Nômades transportam mercadorias, e todo mundo nessa cidade acha que está a um golpe de sorte de se tornar uma lenda. Enquanto isso, a segurança mantém os ricos atrás de vidros blindados, a polícia de Night City chega atrasada, se é que chega, e a Zona de Combate continua devorando qualquer um que seja burro demais, desesperado demais ou lento demais para escapar de suas garras.
Então pegue sua arma, carregue seu agente e tente não morrer antes do almoço, camarada. Esta não é a Cidade dos Sonhos. Esta é a cidade que sobreviveu à explosão, vendeu as cinzas, cobrou de você pelo privilégio de viver nelas e depois te matou por juros.
Bem-vindo a Night City — onde o horizonte está em construção e o cemitério nunca fecha.
🔹Em Night City, ninguém começa como uma lenda. Você começa sem um tostão, com pouco dinheiro e a um passo de ser jogado num aterro sanitário. Aceite trabalhos de intermediários, atravesse territórios de gangues, desvie de investidas corporativas e lute para subir do anonimato ao estrelato enquanto a cidade observa, se lembra e precifica sua cabeça de acordo.
🔹Este cenário é um mundo aberto Cyberpunk RED implacável, ambientado em 2045 durante a Era Vermelha — repleto de violência urbana, negócios no mercado negro, rivalidade entre facções e missões que podem sair do controle rapidamente se você for descuidado. Cada bala custa dinheiro. Cada vitória altera sua reputação. Cada erro deixa uma cicatriz.
🌟Cenário criado por mim usando a lore de Cyberpunk em conjunto com o System Prompt Procedural Generator, minhas próprias adições e otimização para DreamGen por Nixhogg.








Me posiciono atrás do sedã incendiado, levanto minha pistola por cima do capô e disparo dois tiros em direção ao Tyger Claw perto da máquina de venda automática.
[22:15 | Heywood | Objetivo: Recuperação de Pacote — Neutralizar Tyger Claws | 15 de fevereiro de 2088]
O beco não é escuro.
É fragmentado.
Cada disparo rasga a noite com clarões brancos, transformando concreto molhado, lixo espalhado e tijolos sujos em quadros congelados — violência em stop-motion.
Você puxa o gatilho.
O primeiro tiro arranca faíscas da carcaça metálica de uma vending machine, o impacto ecoando seco, quase elegante. O segundo passa rente demais — estoura na parede atrás do Tyger Claw, cuspindo azulejo quebrado e vidro de anúncio antigo sobre ele como chuva de estilhaços.
Erro por centímetros.
Aqui, centímetros matam.
—
O ganger recua instintivamente… mas não foge.
Ruim.
Ele volta pro ângulo com um rosnado torto, olhos ocultos atrás de smartgoggles que brilham em azul através da névoa da chuva. Ele não mira — ele reage.
E reação é bagunça.
O disparo vem em rajada, descontrolado, costurando o capô do sedan onde você se protege. Metal vibra como um sino sendo espancado, fragmentos saltam no ar, ricochetes cantam alto demais perto da sua cabeça.
O carro não vai aguentar muito mais disso.
—
Então o caos escala.
Uma janela lateral explode pra dentro — estilhaços voam sobre você, cortando o ar como lâminas invisíveis. O alarme do carro entra em histeria, gritando na madrugada como se estivesse tentando denunciar todo mundo ali.
E talvez esteja.
Passos.
Mais de um.
Ecoando fundo no beco.
Reforço chegando — ou problema dobrando.
—
O Tyger Claw abaixa o corpo, já se reposicionando.
Treinado o suficiente pra sobreviver. Não o bastante pra dominar a situação.
Ele desliza pra esquerda, buscando cobertura atrás de um empilhamento de caixas plásticas. Melhor ângulo. Menos exposição. Mais tempo pra você errar.
—
Você sente o momento.
Aquele segundo em que a luta deixa de ser troca de tiro… e vira decisão.
Avançar e encurtar. Manter distância e controlar. Ou acabar com isso rápido antes que vire número contra você.
—
Status: Combate ativo. Sem volta.
Tyger Claw — Nível de Alerta: 4/4 Eles sabem que você está aqui.
—
[HP: Estável | Beretta: 13/15 | Shotgun: 8/8 | EDDIES: 9.543 | REP: 3]

Acelero a Kusanagi entre os caminhões, inclino-me bruscamente para a direita e tento me livrar do propulsor preso à minha roda traseira antes que ele consiga alinhar outro tiro.
[02:25 | Heywood | Objetivo: Resgate de Refém — Fuga / Perseguição | 16 de fevereiro de 2088]
A rua de serviço não foi feita pra velocidade.
Foi feita pra carga.
E agora você tá forçando ela a aceitar algo que não quer.
—
Os contêineres se erguem dos dois lados como paredes de aço, formando um corredor estreito, sujo, molhado — um cânion industrial onde qualquer erro vira impacto.
A Yaiba Kusanagi grita sob você.
Motor no limite. Suspensão reclamando. Metal vibrando como se fosse se desfazer em parafusos.
Você enfia a moto num espaço que não deveria existir.
Meio palmo de cada lado. Talvez menos.
Os retrovisores passam raspando pelos caminhões estacionados — tinta quase beijando metal — cada centímetro calculado no instinto, não na lógica.
—
Atrás, ele não desiste.
Claro que não.
O booster vem colado, montado numa sucata barulhenta que parece montada com ódio e fita adesiva. Ele se levanta nos pedais, equilibrando o corpo pra atirar com uma mão só.
Confiante demais.
Ou desesperado o suficiente pra parecer isso.
O disparo corta o corredor.
Erra você — por pouco.
Mas acerta o mundo ao redor.
Um retrovisor de caminhão explode ao lado, vidro de segurança se desfazendo em milhares de fragmentos brilhantes que se espalham pelo asfalto bem na linha da roda traseira da Lara.
A estrada agora morde de volta.
—
Você sente a pressão mudar.
Não é só velocidade.
É tempo fechando.
—
Luz amarela à frente.
Movimento pesado.
Um flatbed começa a cruzar o acesso — lento, cego, indiferente ao fato de que você tá vindo rápido demais pra parar.
Ele ocupa quase toda a passagem.
Quase.
Entre o para-choque do caminhão e uma pilha de contêineres, existe um vão.
Pequeno.
Ridículo.
Diminuindo a cada segundo.
—
Atrás, o motor do booster sobe mais um nível.
Ele viu também.
Ele vai tentar.
—
Agora não é mais fuga.
É escolha.
Reduz e tenta sobreviver — dando espaço pra ele te alcançar. Ou acelera e confia que você é melhor do que o erro que tá prestes a cometer.
—
O mundo se estreita.
Som, luz, velocidade — tudo converge naquele espaço impossível.
E você tem uma fração de segundo pra decidir se passa… ou vira estatística grudada no asfalto de Heywood.
—
Status: Perseguição ativa
Chase Clock: 5/7 Ele está chegando.
—
[HP: Estável | Malorian: 15/15 | EDDIES: 12.945 | REP: 4]
Show de abertura: Resgate de um sequestrador
[Time: 21:30 | Location: Watson Development| Job/Objective: Rescue the Hostage | Date: 13 February, 2045]
The rain in the Marina doesn’t wash the streets clean; it just makes the oil slicks shine like rainbows. You’re crouched on a rusted fire escape three levels up, the condensation from the air conditioning units dripping down the back of your neck. Inside the luxury apartment across the alley, the target is visible through floor-to-ceiling glass—eighteen years old, terrified, and currently being guarded by two Valentinos bragging loudly over a game of cards. Your Kiroshi optics highlight their thermal signatures through the rain-slicked glass, burning red in the dark. The father, a mid-level Kang Tao middle manager, paid Rex a premium for discretion and speed.
Your agent buzzes against your hip. A text from Rex, concise as always:
WHATEVER YOU DO. MAKE IT FAST.
[HP: Healthy | AMMO: Medium Pistol 10/10 | EDDIES: 500 | REP: 1]
Opening Gig: Package Recovery

[21:30 | Club Atlantis | Objetivo: Recuperação de Pacote — Contato: Rex | 14 de fevereiro de 2088]
O Club Atlantis não tenta parecer limpo.
Ele só faz sujeira parecer cara.
O grave vem primeiro — pesado, profundo, calibrado pra vibrar no peito sem jamais distorcer. Dinheiro puro transformado em som. Depois a luz: azul profundo, dourado líquido, neon escorrendo pela fumaça como se o ar estivesse sendo renderizado em tempo real.
O lugar respira controle.
Fixers. Corpos. Joytoys. Mercs. Contrabandistas. E gente que não aparece em banco de dados nenhum — só em histórias mal contadas que terminam cedo demais.
Todos bem vestidos. Todos armados — de um jeito ou de outro. Todos fingindo que pertencem.
Você… ainda não.
Mas alguém decidiu que, por hoje, isso não importa.
A mensagem que te trouxe até aqui não pediu. Não explicou. Não negociou.
Só deu instrução:
VENHA PARA O ATLANTIS. ANDAR DE CIMA. NÃO DESPERDICE MEU TEMPO.
Sem assinatura.
Desnecessária.
Você sente o padrão antes mesmo de admitir: isso tem cheiro de Vesper “Glassline”. Informação entregue em partes. Ritmo controlado. Sem contexto — só direção.
Ela não fala com você.
Ela te posiciona.
—
No segundo andar, o clube muda de tom.
Menos barulho. Mais intenção.
As cabines privadas se escondem atrás de divisórias fumê. Negócios acontecem ali dentro — contratos que não existem, alianças que não duram, decisões que nunca chegam à superfície.
Pelas janelas longas, a cidade aparece em fragmentos: luzes de obra, névoa vermelha, torres pela metade e aquela fome infinita de Night City, sempre mastigando mais do que consegue engolir.
No canto, Rex.
Alguns chamam de The Mute.
O tipo de homem que não precisa falar porque já decidiu o suficiente na vida.
Ombros largos, postura estável, roupa tática cinza que parece absorver a luz ao invés de refletir. Um olho orgânico. O outro, Kiroshi — azul frio piscando conforme o HUD dele processa o ambiente.
Um drink intocado ao lado. Agent na mão.
Ele não levanta quando você chega.
Nem sorri.
Só gira a tela na sua direção.
—
TRABALHO. SIMPLES NO PAPEL. PAGA BEM SE VOCÊ NÃO ESTRAGAR.
Uma pausa.
O grave do clube vibra nas paredes da cabine como um batimento cardíaco artificial.
Nova linha:
BOOSTERS INTERCEPTARAM UM COURIER HÁ DUAS HORAS. PEGARAM UM PACOTE QUE NÃO É DELES. CLIENTE QUER DE VOLTA ANTES DA MEIA-NOITE. INTACTO.
Rex ergue levemente o olhar por cima da tela.
Não é ameaça. Ainda não.
É avaliação.
Você sente o peso disso.
Outro ajuste no texto:
VOCÊ PARECE COM FOME. BOM. ME DIZ POR QUE EU DEVERIA CONFIAR ISSO A VOCÊ.
—
Em algum lugar da cidade, invisível como sempre, Vesper já sabe que você chegou.
Já sabe se você hesitou na porta. Se olhou demais ao redor. Se veio sozinho.
Isso não é um encontro.
É um teste.
E você acabou de sentar na mesa.
[HP: Estável | MUNIÇÃO: Pistola Média 10/10 | EDDIES: 500 | REP: 1]